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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Como ser Catequista de Iniciação Cristã?



1.Como ser Catequista de Iniciação Cristã?
1.1.   Se o catequista não passar por um processo de iniciação cristã, sua catequese não mudará nada. Ele mesmo deve ser um iniciado à fé. Por isso ele deve ser pessoa convertida, evangelizada, entusiasmada. Pessoa de oração diária, que fez a experiência do amor de Deus e dá catequese como um ato de amor. O catequista reflete em seu rosto a alegria, o entusiasmo, o encantamento por Jesus Cristo, seu reino e sua Igreja. Transmite uma experiência de vida, não uma teoria, nem uma doutrina racional e vazia.

1.2.   O Catequista deve dar catequese com alegria. Os catequizandos são tocados pela alegria do catequista. Esta alegria toca, convence, inflama, atrai as pessoas ao seguimento de Jesus. Quanto mais alegria, tanto mais a catequese será agradável e convincente. A alegria é sinal da fé, manifesta a experiência feita do amor de Deus e o desejo de comunicá-la. O bom catequista tem fé, competência e metodologia, mas transmite tudo isso através da alegria.

1.3.   O catequista que tem Iniciação Cristã fez a experiência do amor de Deus e quer mostrar, ensinar, divulgar a experiência do amor de Deus. Este amor vivido desperta o coração dos ouvintes. Quanto mais o catequista ama sua sala, seus catequizandos, tanto mais vai cativá-los no amor de Deus. Assim, os catequizandos sentirão a alegria de descobrir que são amados por Deus.

1.4.   A catequese de Iniciação Cristã começa mostrando quanto amor Deus tem por nós, dando-nos Jesus na manjedoura, na cruz e no sacrário. A morte e ressurreição de Jesus são grandes provas do seu amor. O centro da catequese é mistério pascal, a morte e ressurreição de Jesus, por amor de nós. Assim toda a Escritura Sagrada é uma carta de amor. Os sacramentos são gestos, abraços e beijos do amor de Deus. Até o sofrimento, enquanto chance de conversão e crescimento, é também amor de Deus, advertência e providencia de Deus para o nosso bem. A Igreja é mãe amorosa que nos acolhe, batiza, crisma, perdoa, alimenta e reza por nós. A catequese é um ato de amor de Deus e da Igreja para nossa felicidade e salvação.

1.5.   Uma catequese dada com amor e por amor e dada com alegria, suscita no coração do ouvinte a esperança de ser melhor, o desejo de mudar, a aspiração de se converter e se salvar e de ajudar os outros a descobrir este amor.

1.6.   O catequista da Iniciação Cristã faz diariamente a meditação da Palavra de Deus, tem seu ritmo de silêncio, de escuta, de oração pessoal, precisa permanecer na “escola da Palavra” para interiorizar a mensagem e comunicá-la com ardor. É um contemplativo que transmite o que armazena em seu coração. A boca fala do que vem do coração. Na iniciação Cristã acontece a catequese apostólica: “Chamou-os, para estar com Ele e enviou-os a evangelizar” (Mc 3, 14-15).

1.7.   O Catequista de Iniciação Cristã tem quatro pilares nos quais se afirma: 1) Oração diária, vida de oração que brota da fé. Deve ser mestre de oração. 2) Competência: é uma pessoa que estuda, faz cursos, tem o habito de leitura, procura cultivar-se. 3) É humano, isto é, tem cuidado, carinho, amor, ternura e responsabilidade pelos catequizandos. Tem um amor exigente que leva a sério sua missão. 4) Tem pedagogia e metodologia de ensino.


(* Dom Orlando Brades - arcebispo de Londrina/Pr)
05/03/2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

COMO "MATAR" A SUA IGREJA

1. Não freqüente as atividades paroquiais com assiduidade, mas quando você for lá, procure algo para reclamar. Com certeza você sempre vai encontrar. Fique de olho. Explore isto!

2. Ao comparecer a qualquer atividade, dedique-se em encontrar falhas nos líderes. Veja se o padre ou dirigentes estão fazendo as coisas corretas. Se encontrar falhas, fale, espalhe para os outros. Critique de verdade. Agora, quanto às coisas boas que fazem ou dizem, não comente nada, não elogie, fique na sua, em absoluto silêncio.


3. Nunca aceite missão, compromisso ou incumbência alguma; lembre-se que é mais fácil criticar do que realizar.


4. Se o padre ou o Conselho Paroquial, ou qualquer outra liderança pedir sua opinião sobre um assunto importante, responda que não tem nada a dizer e depois espalhe como deveriam ser as coisas, de acordo com a sua “opinião”. 


5. Não faça mais que o absolutamente necessário, nunca se coloque à disposição para nada, espere ser convidado para que você tenha prestígio diante dos outros; porém, quando o padre e seus auxiliares estiverem trabalhando com boa vontade e interesse para que tudo corra bem, afirme que sua igreja está sendo dirigida e dominada por um grupinho.


6. Não leia os boletins de sua igreja; afirme que neles não há nada de interessante e que eles deveriam ser diferentes. Mas não ajude a fazê-los!


7. Se você for convidado para qualquer serviço, simplesmente seja esperto (a) e recuse. Alegue que você não tem tempo e depois critique com a seguinte afirmação: “por que não fazem tal coisa assim?”


8. Quando você tiver qualquer problema de relacionamento com o padre, ou qualquer líder, procure vingar-se fazendo acusações mentirosas e divulgando “erros” por eles cometidos. Não será difícil, pois eles, como todas as pessoas humanas, estão cheios de falhas.


9. E quando ouvir alguma fofoca, conte a outros rapidamente, mesmo que você saiba que a fonte não é confiável e que o correto é ouvir os dois lados.


10. Sugira, insista e cobre a realizações de cursos, palestras, encontros, reuniões, mas, quando forem realizados, não se inscreva nem compareça. Depois critique dizendo que não é feito nada.


11. Após tudo isso, quando sua igreja não tiver mais reuniões, boletins, encontros, trabalhos de evangelização, etc., estufe seu peito e diga: “Eu não disse que isso ia acontecer?”


Autor desconhecido